quarta-feira, 16 de março de 2011

Equívoco Familiar


Pastor Clodoaldo Malafaia.

Meu nome é José Antônio, tenho actualmente 46 anos e resido em Maringá-PR. Há alguns anos fundei ao lado de meu falecido pai um pequeno empório de panificação, onde até hoje fabrico gostosuras caseiras, como pãos de alho e mini-pizzas de variados sabores. Deus deu a benção de abençoar este humilde empresário que vos fala com uma vida abastada de riqueza e fartura: dinheiro no bolso, pilhas de ouro e jóias, um palacete em condomínio fechado e um Rolls Royce importado.

No entanto, não estou aqui para soberbamente enumerar minhas posses, e sim para relevar um problema pessoal que ocorreu há nem mesmo uma semana, e mesmo de pequena importância, travou um abalo sísmico na harmonia de meu lar.

Minha filha Júlia é minha flor-de-lis, menina a quem sempre tratei com muita candura e mimos. Tenho o defeito de dar a ela tudo que ela gosta. Sim, dei Pleisteition, boneca Barbi, roupas de grife, CD do Jonas Brothel Bend, sapatos, bolsas e até mesmo maquilagem, e considere o senhor que a garota nem completou onze anos. Nunca a eduquei propriamente, pois tinha pena - saliento Provérbios! ("O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga.", Provérbios 13:24). Não há trecho que mais sapiamente resume a importância da didática da "vara". Cresceu Júlia como uma folha no vento, sem qualquer rigor da parte do pai, pois minha esposa por mais amorosa e cristã que seja, é imperfeitíssima como todas as moças.

Um dos defeitos mais irritantes de Júlia era sua mitomania. De toda situação ela escapava com histórias mirabolantes. Quando quebrava um copo ou brinquedo, culpava o cão; às vezes nos surrupiava dinheiro para doces e guloseimas, e inventava ter achado uma nota de cem na rua. Como diz a Bíblia, o diabo é o pai da mentira, e esta minha menina, na inocência pueril, também cometia abominações satânicas a mentir a seus pais.

Sabia eu que esta influência não advinha dos colégios. Por amar tanto Júlia, poupei-a do aborrecimento das escolas comuns. Mas como gostaria de educá-la, chamei para suas primeiras séries um professor evangélico de nosso conhecimento, que a preço bem camaradinha lecionou as belezas da Bíblia e das ciências de Deus. Contudo, este professor a quem me refiro (Prof. Jaiquel Barbas) viajou à Amazônia para converter indígenas, e encontrei-me com as calças na mão (como diz o popular!) sem ter educador à vista para orientar minha dócil filhinha.

Ao conversar sobre isso com Pr. Clodoaldo, que andava em Maringá para resolver umas pendências na OAB (onde é altamente conceituado), ouvi sua orientação sobre seu primo Roberto, que fizera licenciatura na Inglaterra e já dera muitas aulas particulares. Com muita alegria, prof. Roberto Malafaia passou a lecionar a meu único rebento sobre as maravilhas prodigiosas do mundo, as ciências, a matemática, as artes, etc etc.

Alguns dias depois, fiquei assombrado diante do que minha menina me contou. Com os olhos em lágrimas, me disse que Roberto tocara seu corpo e dissera palavras indecentes enquanto estavam a sós. Enérgico, levantei-me, como se as energias fossem fugir de meu corpo. Onde já se viu mentir sobre Roberto, evangélico e obreiro matrimoniado, indivíduo exemplar? Nunca na vida tive tanto intento de puni-la com a cinta, para que não mais dissesse tão vis calúnias a respeito de homem tão gentil. Passei um sabão, mandei-a deitar sem jantar, briguei também com minha esposa (que também acredita nessas mentirinhas de criança), tomei o carro e saí para esfriar a cabeça.

Pr. Clodoaldo, mais tarde, elucidou o mistério: fui eu o culpado de ter menina tão desobediente. A vida inteira cultivei-a com bens do capitalismo, os brinquedos, os lanches, os electrônicos, as roupas chics, e foram estes o agentes do diabo em minha residência. Encarecidamente desculpei-me para ele e pastor Roberto, a quem também soube das calúnias, que me perdoaram gentilmente. Para que isto não ocorra mais, estarei duplicando, triplicando o valor das aulas, e reforçando também o vínzimo.

Espero Jesus que um dia minha filha largue de blasfemar contra homens de Cristo e comporte-se como decente, pois ainda tem quatro anos para o matrimônio.

José Antônio

11 comentários:

Irmão Tod disse...

Com fé em Deus a sua filha irá largar esse vicio maligno de mentir.

Anônimo disse...

Testemunho abençoado, meu Deus.

Prof. Roberto Malafaia disse...

Essa menina é uma mentirosa! Vamos continuar com as aulas até que ela pare de mentir.
Onde já se viu, me acusar de abusar de uma garota tão jovem no banco de trás do meu carro! Calúnia!
Eu devia processar o Sr. José Antônio, mas sei que ele é um homem de deus.

Anônimo disse...

Como que sua esposa acredita em uma filha rebelde ao invez de 1 homem de deus???

Anônimo disse...

cada vez mais crente, de que essa igreja nao ecxiste

jorgeprado disse...

Não tenha receio.a menina é jovem ainda e pode trilhar o bom caminho!

Anônimo disse...

calúnia! mentira!
todos sabemos que os pastores preferem...
(vou deixar a imaginação de vocês fluir)

JnpWoW disse...

Amém irmão. Fez bem em bater nessa menina que fica atentando contra homens de bem!


A paz!

AnjoDARK disse...

Violência doméstica. Maus tratos aos filhos em nome de Deus.
Homens de bem, o raio que os parta!!

SantoSacro disse...

O problema não é ser molenga com a filha, é não ter pulso firme com a mulher. Deve usar o punho firme na face da messalina.

Onde já se viu? Acreditar numa criança mentirosa ao invés de um pastor renomado, um homem de DEUS. E tenho certeza da capacidade do Pastor Malafaia para curar a sua filha.

Anônimo disse...

Manda ela passar alguns meses na casa do pastor tendo aulas mais... digamos, aprofundadas nos preceitos biblicos. Tenho certeza de que quando voltar pra casa vai ser outra menina. eu passei por isso com meu irmão caçula que dizia que o vizinho, o Seu Orlando, ficava tocando em algumas partes do corpo dele. Pobre seu Orlando, era um presbitero velhinho lá a igreja, tinha uns setenta anos e vivia dando balas pras crianças. tão bonzinho! Minha mãe queria chamar a policia, como toda mulher inferior e tola, sem a mente sábia o suficiente para tomar decisões. Então, meu padrasto, que costumava passar bastante tempo no quarto com meu irmão ensinando-o a ser um bom garoto, decidiu que os dois passariam tres meses na casa do seu Orlando, que era viuvo. Graças ao bom deus, tudo deu certo e meu irmão voltou mudado. E pra glorificar de pé, irmãos. O triste é que meu irmão se esqueceu dos ensinamentos daqueles dias e agora que fez dezoito anos, virou um gay do demonio e anda por aí envergonhando nossa familia e levando as almas dos pobres rapazes da nossa rua pro inferno. Mas, eu não perco a esperança porque o bondoso seu Orlando o chamou outro dia pra passar um tempo em sua casa novamente. Que ele seja o instrumento de deus pra salvar a alma do meu irmão.

Postar um comentário