Tudo isso foi bom no final, hoje tenho motivo pra viver:
GLORIFICAR A DEUS E DESMASCARAR OS HUMANÓIDES.
Algumas pessoas insistem em dizer que nós, pastores evangélicos, somos ladrões, que “tiramos o dinheiro dos pobres coitados”, e outros tipos de acusações tipicamente comunistas e ateístas (mentirosas). Devido à ofensa que este tipo de afirmação provoca a nós da comunidade evangélica, proponho-me aqui a fazer uma reflexão sobre a insustentabilidade desse tipo de calúnia, investigando as raízes da economia, como qualquer pessoa minimamente inteligente e digna saberia fazer.
Primeiramente é fato indiscutível que Deus criou o mundo, bem como tudo o que está nele, como a bíblia nos prova. Assim, como criador, ele detém o direito de todas as coisas e seres que habitam o mundo. Mesmo que os seres humanos se utilizem da natureza e mesmo a modifiquem, nada deixa de ser obra de Deus, pois nada é criado do nada; portanto, tudo é propriedade de Deus.
Ora, o que é o dinheiro? Nada mais do que uma abstração do valor real de materiais extraídos da natureza, sejam eles modificados ou não pelo homem. Digamos que um kilo de maça custe 50 reais. A nota de 50 reais que eu dou à moça do caixa só é aceita por esta porque na nossa sociedade existe uma convenção que diz que 1 quilo de maçã vale 50 reais, e que aquela nota representa esse valor, podendo ser trocada por outra coisa que também possua o mesmo valor, por exemplo, um adesivo da Igreja do Primeiro Impacto.
Assim, se o dinheiro é uma abstração dos produtos da natureza, e estes pertencem a Deus, logo O DINHEIRO PERTENCE A DEUS. Deus não pode roubar nada do que já é Dele.
Ora, o que somos nós, pastores evangélicos, senão os únicos e verdadeiros representantes de Deus na terra? Isso é fato inegável, já que somente os evangélicos seguem fielmente as leis divinas transmitidas pela Bíblia. E, se nós cuidamos da Obra de Deus na terra, NÓS NÃO ROUBAMOS NADA, PORQUE O DINHEIRO É DE DEUS. Apenas administramos o que já é de Deus, cuidando para que seus bens sejam utilizados da melhor forma possível de maneira e fazer Sua Obra crescer.
Agora me digam: algum de vocês, por um acaso, acha que um administrador, digamos, da ADIDAS, ou da MAICROSSOFTE, ou mesma da COCA_COLA, vive na pobreza? Acha que eles não possuem carros de luxo, casas grandes, ternos caros? Claro que sim, afinal, eles possuem o importante trabalho de cuidar das finanças de multinacionais multimilionárias, e são bem pagos por isso. Agora imaginem cuidar de uma empresa que é O MUNDO TODO. Portanto, é natural que os pastores tenham uma vida pelo menos confortável (até porque não somos apegados aos bens materiais), dado a importância de seu trabalho.
Assim, termino minha reflexão, provando por a + b que os pastores JAMAIS PODERIAM ROUBAR NADA, tanto porque só controlam algo que não lhes pertence, mas sim ao seu “patrão”, como porque, justamente por serem representantes máximos da fé cristã, seriam incapazes de roubar qualquer coisa que seja, pois são absolutamente honestos, ao contrário dos ateus, católicos, comunistas, otacus, etc.
A paz.
Pastor Justino Marques Braga, Igreja do Primeiro Impacto de Londrina/PN
Irmãos, como todos sabem, o estado onde moro, Pernambuco, é repleto de tradições, por ter sido um dos mais importantes centros intelectuais brasileiros antigamente, bem como grande produtor de cana de açúcar, o que gerou um alto tráfego de escravos para a região. Assim, Pernambuco também se tornou um grande centro de tradições catimbozísticas, com vários terreiros de macumba espalhados pela cidade, alguns deles com séculos de existência. Pois bem, essa cultura umbandista é tão forte por aqui que um dia desses fizeram um evento de degustação de comida afrodescendente, no qual cada barraca possuía o nome de um orixá, e no qual fui parar graças ao convite de um velho “amigo” que estuda antropologia e é chegado nessas satanices etnográficas e etecétera.
Eis a notícia do evento: http://backstagerecife.com/2010/09/24/mostra-da-culinaria-de-terreiro-no-museu-da-abolicao/
Claro que eu não sabia do que se tratava até chegar lá, pois meu amigo só havia me dito que havia um “lugar legal que servia comida de graça”, e como eu queria juntar um dinheirinho a mais para dar de vínzimo (eu precisava de uma bênção extra naquele mês), pensei em economizar no jantar. Acho que meu amigo, como todo estudante de antropologia, deveria estar emaconhado, pois se esqueceu que eu havia me convertido à verdadeira fé cristã (protestantismo) e que jamais iria a um lugar que serve comida de santo, coisa de macumbeiro. Entretanto, acho que por ter adentrado num local tão malévolo, Satanás achou uma brecha no meu escudo de fé, e me cegou momentaneamente, de modo que só percebi onde estava quando me vi na frente de uma barraca chamada Exu-caveira, dentro da qual um pai-de-santo com um imenso turbante branco na cabeça e inúmeros colares feitos de dentes e ossos de crianças me oferecia para a degustação um Ekurú (um prato feito de feijão macaça, azeite de dendê, camarão e cebola – percebi os ingredientes pelo cheiro).
Na hora me vi rodeado de inúmeros xangozeiros ferozmente armados, esperando que eu provasse aquela comida de exu, e fiquei sem saber o que fazer. Não poderia comer aquilo nem muito menos recusar expressando toda minha repulsa, pois me encontrava em território inimigo e não podia ofendê-los sem ser agredido. Assim, recusei, expressando a maior delicadeza que me era permitido:
- Nem fudendo que eu como essa merda aí.
Vi o pai-de-santo arregalar os olhos, deixar cair o ekurú no chão e puxar uma catana do balcão. Naquele momento percebi que ele estava possuído pelo exu guerrilheiro Nijana. Desferiu um golpe com a arma tentando decapitar minha cabeça, mas fui mais ágil e me abaixei, acertando-o em seguida com dois [i]jabs[/i] no nariz, um cruzado no rim, finalizando com um [i]uppercut[/i] na queixola que o derrubou no chão, inconsciente. Enquanto seus filhos de santo o acudiam, corri o mais rápido que pude gritando “JESUS CRISTO É O SENHOR!!” e orando em línguas para celebrar minha vitória sobre os catimbozeiros. Meu amigo ficou lá, e não sei exatamente o que fizeram com o coitado, mas eu já estava pensando mesmo em cortar as relações com ele; afinal de contas, vejam só em que fria ele me meteu!!
Anteontem recebi uma intimação, os organizadores do evento estão me processando. Que absurdo, eu tento levar um pouco de fé e amor cristãos pra esse povo, e eles agradecem me colocando na justiça. Mas deixe estar, já falei com o meu advogado, o irmão Roger, que garantiu que vai cuidar pessoalmente do meu caso assim que fechar a acusação de lavagem de dinheiro que fizeram ao pastor Anacreonte (outro absurdo!).
A paz!