segunda-feira, 30 de julho de 2012

Nito, de Dark Souls, quase me matou.

Pastor, eu era um 'gamer'. Tinha um PS3 e um Xbox 360, dois videogames realmente Hardcore ( Wii é coisa de poser e de criança). Era fã de muitos jogos como Gears Of War, Uncharted , Resident Evil 5, Splinter Cell: Double Agent, Assassin's Creed, ou seja, somente jogos difíceis, que não são pra crianças bobas e tal. Pelo menos era assim que eu pensava.


Um tempo atrás me deparei com um jogo que foi muito aclamado pelo mídia, chamado Dark Souls (almas negras), uma continuação de um outro jogo, de nome Demon Souls, que significa almas do demônio, ou seja uma clara indicação ao satanismo. Eu não tinha religião definida nessa época, me dizia católico mas não praticava( como 80% dos católicos e 90% dos Flamenguistas), então nem reparei na alusão as coisas do demônio no jogo. De cara o game é bem bonito graficamente. Mas essa beleza de detalhes é uma armadilha. Você surge como um morto-vivo em um asilo e seu objetivo é fugir dali. Obviamente se trata do inferno. Você deve enfrentar os outros atormentados, no fim degladiando-se com um demônio gigante que guarda a saída do local. Em vão, porque você não sai do tormento, vai somente para outro local no inferno ( como está na Bíblia em Lucas 16:26). Enfim, eu sabia a sinopse do jogo, essa que acabei de contar ( pesquisei na internet), então estava pronto para começar a me divertir. Em menos de 10 minutos de jogo já havia morrido 3 vezes. Poxa, como gamer hardcore que sou não me dei por vencido e continuei a jogar. Mais de duas hora de jogo sem sair do lugar. Até o mais reles zoumbi me matava. Puto da vida, tirei o dvd do Xbox e taquei pela janela. Tomei meu Nescau Power quentinho que mamãe faz, bem docinho, com mais duas colheres de açucar, e fui dormir.

Naquela noite tive um sonho estranho. Vi Gravelord Nito, um dos chefes do jogo, em uma cripta envolta em chamas, circundado por muitos Taurus Demons, todos portando machados flamejantes de mais do dobro do seu tamanho. Ele se virou na minha direção e eu disse 'Nito, é você?'. 'Não sou Nito, sou a morte, sou seu fim' ele respondeu e veio voando pra cima de mim. Tentou me acertar com um golpe de foice mas eu dei um rolamento para o lado( eu estava de roupas, ou seja, menos de um quarto do meu equip load). A lâmina pegou de raspão no meu rosto. Ele voltou a vir para cima, me chutou e cai para trás. Então ergueu sua foice para me finalizar. Nesta hora soou uma voz em minha mente que dizia assim ( em inglês): Impact Priest has invaded your world. O ceifador se virou para olhar para algum canto e foi atingido por diversos disparos brilhantes, como poderosas Great Heavy Soul arrows ( pareciam Leigan's do Yusuke no final do torneio das trevas). O autor dos disparos, pude ver, era negro e usava um manto branco luminoso. A morte então desistiu de mim e partiu para cima dele, tentando lhe acertar, mas ele evadiu-se dando um rolinho para o lado. Aquele homem, que devia ser um clérigo, ergueu-se, apontou sua arma, uma magnum 357 cromada, e cuspiu tiros no monstros que deu um gritinho de 'ai' e virou pó de enxofre. Nesse momento eu acordei.  Me levantei ainda tentando me recobrar daquele sonho estranho. Quando acendi a luz, vi o dvd de Dark Souls ao lado da minha cama! Mas eu o havia jogado pela janela! Ainda muito assustado, fui ao banheiro lavar o rosto e no espelho vi uma marca vermelha e fina na minha cara, no mesmo lugar onde a foice me pegou de raspão! Sai correndo e gritando pela casa, devo ter acordado a vizinhaça toda. Então meu vizinho, que é evangélico da IPI, veio aqui oferecer sua ajuda. Ele aplicou um óleo em mim, me orou e juntos queimamos o dvd do jogo de satanás.

No dia seguinte fui a IPI mais próxima daqui e marquei meu batismo com o Pastor João Lucas Rodrigues. Com certeza aquilo não foi um mero sonho. Por causa do jogo, abri caminho para uma maldição e a morte queria me pegar. Tenho até certeza que o clérigo que me salvou com os disparos era o grande Pastor Aricleine, que já ressucitou 3 vezes e muitas já quase matou Satanás. Graças a Deus fui salvo dessa maleita! Video-games são coisas do demônio! Pax

domingo, 29 de julho de 2012

Amigo ateu

João Carlos era ateu e estudava comigo no colégio. Perto da metade do terceiro ano, todos iriam fazer vestibular menos eu, pois meus pais me proibiram de entrar numa universidade por ser um recinto de comunistas e prostitutas. Quando falei isso para a turma, num seminário sobre escolhas de profissão, João Carlos riu na minha cara e disse que só um religioso imbecil iria jogar fora seu futuro por não entrar na faculdade. Esse gracejo me humilhou profundamente e só custou a João Carlos uma repreensão do professor. Guardei aquilo no coração e pedi a Jesus que me vingasse.

No decorrer do ano João Carlos resolveu me marcar e vivia me perseguindo com brincadeiras infames e ofensivas. Uma vez rasgou uma bíblia na minha cara. Outra vez fez uma montagem com o corpo de um travesti e o rosto de Jesus Cristo e publicou no meu mural do facebook. Um dia colou nas minhas costas um papel escrito "sou ateu odeio deus". Fui pro culto com o papel nas minhas costas e passei por uma sessão de descarrego desnecessária que me causou diversos hematomas. Outras vez trocou minha garrafa de água por uma garrafa de vodka e fui para o culto bêbado. Outra sessão de descarrego terrível. João Carlos era ateu e adora o bullying. Pedi a Deus que me vingasse daquilo tudo.

Com o passar do tempo, Jão Carlos deixou de me perseguir e passou a faltar às aulas. Descobrimos que ele estava com leucemia. Toda a turma ficou muito triste e foi visitá-lo no hospital. Fui também, pois sou cristão. Lá, vi um João Carlos totalmente diferente: magro, carece, sem nenhum traço daquela energia exorbitante que gastava me humilhando. Tive pena. João Carlos ainda tinha esperança de que um transplante de medula salvasse sua vida. Olhando pra mim com um sorriso cínico, disse: "tenho fé na ciência". Minha pena desapareceu na hora.

O transplante, contudo, não deu certo. Continuei visitando João Carlos depois disso, pois sou cristão. Mas era praticamente o único: pouco a pouco seus amigos deixaram de ir ao hospital, pois não aguentavam ver seu querido companheiro definhando lentamente. João Carlos estava morrendo e só tinha a mim no final. Era uma figura triste, decadente, o avatar do desastre humano. Já não havia nada do antigo brilho esperto de seus olhos. A inteligência que fazia questão de exibir respondendo complexas equações no quadro e citando autores alemães em alemão tinha sido devorada pela leucemia. A morte acariciava seu rosto lentamente.

Um dia, João Carlos perguntou para onde eu achava que iria quando morresse. Disse: vou para o melhor lugar do mundo, o Céu. João Carlos perguntou se eu realmente acreditava nisso, e eu falei que sim. Minha convicção o impressionou. Tenho medo de morrer, disse João Carlos. Nunca pensei que iria dizer isso; eu era tão jovem, com tanto futuro, nunca achei que fosse morrer assim; tenho muito medo, disse João Carlos com lágrimas em seus olhos. Aquela cena era mais do que comovente: a morte cruel de um jovem, quase uma criança. Mas notei em João Carlos um tom de esperança após ter ouvido minha certeza de ir pro céu com tamanha convicção. Finalmente, João Carlos perguntou:

- Amigo... você acha... que se eu me converter... poderei ir pro céu também? Encontrar Deus, viver no melhor lugar do mundo, e, no futuro, estar perto de pessoas tão boas como você? Você acha que posso me salvar.

Ao ouvir aquelas palavras, respirei profundamente, coloquei a mão no ombro de João Carlos, dei o meu melhor sorriso de tranquilidade e respondi.

- Jamais. Você é um ateu sujo que merece o inferno.

E fui embora dali gargalhando e agradecendo a Deus por ter dado minha tão esperada vingança.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Depoimento - Deus se vingou de mim

- Depoimento (enviado por correio eletrônico ao pastor Tiago Santiago) do fiel Jaqueson de Almeida, morador de São Paulo capital.
Eu era ateu e odiava Deus. Eu pensava assim: Se Deus existe, porque as pessoas passam fome, sofrem dor, mofam em filas e usam copos de requeijão? Porque existe, violência policial, dengue, drogas, imposto de renda e internet discada?

Tudo culpa d'Ele!

E não era só eu, conheci muitos na internet que pensavam igual. A gente se reunia no chat do MSN pra postar nosso ódio a Ele e reforçar a nossa rebeldia, invadia comunidades evangélicas do orkut e pedia 'provas' da existência do Criador, que não fossem da Bíblia. A gente ria da crença dos outros, chamava todos de ignorantes. Um dia , um Pastor da IPI me mandou um depoimento :

" Não faça galhofa de Deus, Ele pode se vingar!"


Eu nem dei bola, continuei o mesmo. Então, Deus se vingou. Ele fez minha casa desabar e me tirou tudo o que eu tinha, até a minha vózinha, minha única parenta. 

Pregar o ateísmo na internet acabava com todo o meu tempo, eu não tinha emprego. Vivia da aposentadoria da vovó que mal dava pra pagar o Speed, a assinatura da Playboy e do 4Shared. Agora que ela tinha morrido, eu não tinha nenhuma grana. Nem um enterro decente eu podia dar pra minha velha. Tentei pedir pros amigos ateus. Sabe o que eles disseram?! " Sua avó é só uma biomassa a ser reincorporada a cadeia alimentar. Deixe que os urubus resolvam isso". Safados insensíveis! Era a minha avózinha, caramba!

Nada me restava na vida, decidi me matar. Me vesti de travesti e fui a Augusta: eu ia 'dar' pro máximo de caras que conseguisse. Com sorte, eu pegava logo uma Sífilis ou Gonorreia e ia ter uma morte lenta e dolorosa.

O primeiro programa que consegui foi com um homem que usava um terno Armani branco, relógio Rollex no pulso e que estava em um Ford Fusion 2010, 2.0 , azul marinho e kit Gnv com cilíndro cromado de 69 litros. Ele me levou prum Motel ali perto. Na suíte, entramos na piscina, eu nu e ele só de Cuecas Boxer Gucci. O tal cara me pegou pelos cabelos e me afundou na água várias vezes, parecia que ia me afogar. Ele gritava 'Sai, desse corpo que não te pertence'.
Bebi tanta água que achei que ia morrer . Pensei que fosse o fim.

E foi. Aquele foi o fim de uma vida de pecados e ceticismo tolo e o início de uma vida de felicidades e amor: a vida evangélica. O homem era o Pastor Ricardo ( titular da primeira Igreja do 'Primeiro Impacto - Ministério do Azeite Quente' de São Paulo capital) e ele me salvou. Todas as minhas dores passaram, consegui até uma avó postiça na Igreja ( a vó Edilma) e, pela escolha de Deus , acabei me casando com ela. Hoje, eu sei que todos os problemas do mundo ou são culpa de Satanás( e seus humanóides) ou são punições aplicadas por Deus por causa dos nossos pecados e nossa incredulidade.

Jesus nos ama.

Testemunho: Apostador Recuperado em Cristo

Pastor Clodoaldo Malafaia.

Meu nome é Dauson, tenho 36 anos e sou natural de Valinhos/SP. Confesso para o senhor que nem sempre fui um homem decente, de boa moral, que trabalha em prol da causa de Deus, porque durante um período longo de minha existência terrena tive como meio de ganhar a vida o mercado negro das apostas.
Na época era "à-toa", como se diz, não acreditava em nada e levava a vida flautiando ou fazendo malefícios. Naquele ano, erguera-se na minha rua um novo templo evangélico, um prédio nababesco, de onde uma voz bradava grave e potente anunciando as belezas do Evangelho, para mim, incompreensíveis. Parecia que a Bíblia não surtia em mim, pastor, beleza alguma. Estava perdido.
Certas vezes passava na frente da igreja apontando o dedo do meio, ou gritando obscenidades. Ante meus olhos os irmãos só assentiam denunciando silenciosamente minha maldade, mas sem vingança.
O pastor certo dia foi visitar-me em minha banca de apostas. Chamava-se Anadias, um mulato alto e viçoso, com braços como troncos, assim como Golias, mas de uma sabedoria infinda das vocações de Deus. Eu fazia apostas esportivas envolvendo os resultados do Campeonato Brasileiro, num esquema muito simples: recolhia os valores e juntava todos em um bolão, e conforme os jogos iam passando, pagava comissões de volta para os jogadores, de acordo com seus acertos e erros. Antes disso, o dinheiro ficava investido em poupança e por isso rendia mais, de modo que eu podia minimizar minha comissão e agradar mais aos jogadores.
Pastor naquele dia colocou mais de dez mil reais no Corinthians, na reta final do Brasileirão, que já vinha de sucessivas derrotas e parecia não recuperar-se mais da lanterninha. Considerei o valor estranho, mas fazia os acordos que me propunham, então marquei seu nome, coletei o dinheiro e naquele mesma noite defini a aposta. Estranhei em ver um homem tão endireitado no Evangelho decidir fazer esse tipo de jogo vicioso esportivo, mas compreendi mais tarde que tratava-se de um teste à minha moral.
Naquele mesmo dia, saquei todo o dinheiro de minha conta, acumulado das apostas, por volta de quarenta e três mil reais, e depositei na conta da Igreja, seguindo suas orientações. Os apostadores ficaram irados com a minha fuga e atearam fogo na minha casa, sem saber que eu havia previamente vendido-a como também plano de Anadias, conseguindo ali mais oitenta mil reais, que doei posteriormente para um deputado amigo da igreja. O novo morador já estava em minha residência e teve queimaduras de terceiro grau, mas era um católico mesmo, pastor.

Como estava jurado de morte, mudei meu nome para Ezequiel da Pira Sagrada do Sétimo Dia e hoje sou obreiro da Igreja do Primeiro Impacto.
P.S.: Ainda faço apostas, porém é só no time do Primeiro Impacto Futebol Clube, o que é santo e muito apreciável.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Racismo em Star Wars

por Pastor João Otoniel
Star Wars (Guerra das estrelas) é um filme de ficção cientifica muito famoso dos anos 70. Fruto de uma mente psicodélica influenciada pelas drogas da época (Steven Spilbergue), o filme tem uma temática futurista, como viagens cósmicas e lutas com espadas de lasers. 

Um dos pontos positivos do filme é o confronto com uma colônia de HUMANÓIDES situada no espaço sideral (chamada Estrela da Morte) onde são produzidos em série os HUMANÓIDES do exército maligno. 

No entanto, o filme é velada e sutilmente racista. O lado mal, dos vilões da história, é referido como o lado negro. O único personagem negro da película se chama Lando, e é um preto malandro contrabandista que trai o herói principal chamado Ran Solo. Também é um viciado em jogos, motivo pelo qual ele perde sua nave em uma aposta. 

Assim, o filme presta um desserviço à comunidade. Infelizmente, irmãos, a mensagem está dada. A estratégia racista do diabo foi alcançada, mas a IGREJA DO PRIMEIRO IMPACTO está aqui para desmascarar as investidas luciféricas na Terra ou em qualquer lugar do cosmo.

Gostaria de enfetizar que não só os brancos são adâmicos (como o filme quer retratar), mas muitos negros também.