quarta-feira, 27 de junho de 2012

ESTUDO – Ateus são mais burros que cristãos


Um estudo recente revela o que a comunidade cristã já sabia há tempos: que o nível intelectual dos ateístas é muito menor do que o dos cristãos. Quem mostra isso é o Doutor Pastor Espiridião Fonseca, professor de Psicologia Cognitiva da UNIMPACTO – Universidade da Igreja do Primeiro Impacto.  Segundo o sábio cientista o Q.I. (quoeficiente de inteligência) médio de um ateu é cerca de 50 a 60 pontos inferior ao de um cristão, que fica na média de 130 pontos. Ou seja, o Q.I. médio de um ateu varia entre 80 a 70 pontos, o que equivale ao Q.I. de um deficiente mental.


O doutor pastor Espiridião Fonseca conta que para chegar a tal resultado utilizou tanto métodos altamente conceituados de teste de Q.I. tradicionais (dentre os quais o Schintinger-Weiss, o Dupon e o William&Frost) quanto testes cristãos. O teste cristão, desenvolvido por ele mesmo, consiste em determinar o Q.I. do sujeito a partir de uma consulta com o próprio Espírito Santo; este se manifesta através de um pastor preparado, que, falando em línguas, determina o resultado. “O teste cristão é muito mais válido do que os testes tradicionais, pois, por se tratar de uma Verdade divina, não possui margem de erro”, explica o professor, que continua: “Por isso considerei mais esse teste do que o outro”. Mas a pesquisa foi mais além. Desenvolvida durante muitos anos, a pesquisa acompanhou o desenvolvimento dos investigados, e concluiu que o Q.I. do ateu tende a decair com o passar do tempo, enquanto o do cristão tende a aumentar. Mais: justamente quando o ateu abandona o cristianismo é que o Q.I. começa a abaixar.

A explicação para o fenômeno na verdade são, segundo o doutor pastor, várias: “Primeiramente é uma questão de ensino. As escolas cristãs possuem um nível muito maior que as não cristãs, pois estas são tomadas de professores marxistas, que vêem na alienação do povo um instrumento para controlá-lo. Segundo, a falta de contato com um ambiente cristão intelectual leva ao emburrecimento, agravado devido ao contato com produtos culturais de nível raso, como animes, mangás, heavy metal, Crepúsculo, e Richard Dawkins. Terceiro, o contato com as drogas, muito comum no meio ateu, destrói o cérebro e os neurônios. Por último, a ação de Satanás na vida dos ateus, que corrói não só a inteligência, como a saúde, a paz, o amor e a sexualidade”.



E existe cura? Para o professor pastor Espidião Fonseca, sim: “A conversão ao cristianismo e o banho na piscina sagrada são remédios certos”; e conclui: “Hoje em dia só é burro quem quer”.

terça-feira, 26 de junho de 2012

AQUECIMENTO GLOBAL - A FARSA ATEÍSTA

Outro dia estava passando pela avenida do Jardim Largo quando a manchete da Revista Veja chamou minha atenção. Evidenciava o problema do aquecimento global. Digo que nunca prestei muita atenção nestas cousas, que são mentiras usadas para vender revistas e blasfemar contra o verdadeiro cristianismo, mas desta vez senti que era importante iluminar aos irmãos algumas verdades sobre essa corrente científica tão falsa.

Inicialmente, vamos tratar do assunto do ponto de vista mais cristão. Sabemos que aqueles que se dizem cientistas são quase sempre ateus e satanistas. O que Deus diz sobre os ateus está muito claro no seguinte versículo do Livro Sagrado.

"Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem." (Salmo 53:1)

O problema do aquecimento global é algo muito mais ético do que parece. É de conhecimento de qualquer cristão que o inferno localiza-se no nosso planeta, na parte inferior da crosta terrestre. Isso é comprovado por dezenas de estudos científicos, e recebe embasamento da Bíblia, a seguir:

"E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo." (Isaías 14 : 15)

Fica óbvio aqui, para ateu algum botar defeito, que o inferno causa influência natural de temperatura sob a superfície do planeta. A única razão para que a vida seja possível, é devido ao calor que vem do poço de fogo e emerge pela terra, permitindo assim a germinação de sementes e brotos, as instituições mais básicas da vida humana.

Mas por quê, pode perguntar o aluno prestativo, a temperatura mudou de uma hora para a outra?

Para isso, vou recorrer a um estatuto científico simples e auto-esclarecedor. Declaremos o inferno como organismo em expansão, tal que a constante e ininterrupta condenação de almas faz com que cresça cada vez mais com o passar do tempo.

Sendo assim, será necessário cada vez maior massa e maior temperatura para acomodá-los ali. Entretanto, o planeta não muda de tamanho, fazendo necessário que o inferno cada vez ofereça maior calor para a crosta terrestre que jamais se alterou desde a criação do planeta há aproximadamente 6 mil anos, como belissimamente é explicado no livro do Gêneses.

Quanto ao sol, embasado por inúmeros versículos com exata precisão, é uma massa de fogo de tamanho aproximado de 8 campos de futebol que se movimenta em torno do planeta. A sua auto-geração de aquecimento se mantém devido ao constante encontro de ar frio esfriando a superfície e desacelerando a moção gerada pelo atrito das partículas. O próprio Senhor nos esclarece, pelo Livro, que coisa alguma de ruim virá em seus domínios.

Sendo assim, o aquecimento global decorre não da poluição ou ação ambiental, e sim do pecado do homem ao aceitar falsas religiões que apenas o afastam de Deus, como o candomblé, catolicismo, vara-preta e encosto de Pai Amaro.
 

Pastor  Clodoaldo Malafaia.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

PASTEL AMALDIÇOADO COM O HOMOSSEXUALISMO


Comprei um pastel na feira da cidade. Sentei no banquinho, pedi uma garapa pra acompanhar. Pastel de queijo, o meu preferido. Quando já havia comido mais da metade, encontro um dedo dentro do pastel, pelo estado, parecia ser um dedo de pedreiro, visto que continha vestígios de argamassa embaixo da unha. Reclamei com o dono da barraquinha, ele esbravejou alegando que eu estava querendo acabar com a reputação do comércio dele e que aquilo era apenas um pedaço de palmito. Retruquei gritando que meu pastel era de queijo e que palmito não tinha unha, que eu poderia ter comido e a partir dali minha alma estaria condenada por praticar canibalismo. Os populares que estavam próximos tomaram partido, defendendo o dono da barraca. Bastardos, de certo estavam querendo comer pastel de graça!!!Partiram pra cima de mim, uns com paus, outros com sacolas retornáveis e dois ou três me agrediram com rajadas de bisnaga de catchup e mostarda. Como tenho 10 anos de jiu-jitsu e 3 de muay thay, meu condicionamento físico me permitiu sair correndo com larga vantagem. Quando já estava longe, escorreguei num pedaço de rúcula que estava no chão e trombei numa idosa. A mesma rolou ladeira abaixo e só parou 400 metros depois, quando veio a colidir frontalmente com uma Kombi lotada de torneiros mecânicos. Fui preso acusado de lesão corporal dolosa.

Na cadeia fui torturado, esculachado, obrigado a desfilar vestido de noivinha e de bat guél. Também lá, conheci Valdemar, um pedreiro que foi preso sob acusação de trazer eletrônicos do Paraguai escondidos dentro de sacos de argamassa. Coincidentemente, Valdemar não tinha um dedo da mão direita. Primeiramente, Valdemar disse que iria me estuprar se eu não lhe arrumasse cigarros. Depois de muita conversa, acabamos ficando amigos e ele me contou sua história de vida. Disse que tudo fazia parte de uma armação e que sua vida sofreu toda essa reviravolta num dia em que ele após comer um pastel de pizza, foi duramente agredido pelo dono da barraca, somente por ter reclamado que o pastel estava com gosto de fezes. Disse que o dono da barraca o agrediu com uma paulada e que enquanto ele estava zonzo pelo golpe, o homem lhe cortou o indicador da mão direita com uma serra makita. Após cumprir um terço da pena, ou seja, 7 anos, saí da cadeia e comecei a cumprir em regime semi-aberto.Valdemar e eu nos casamos e hoje temos um sítio com uma linda plantação de queijo tofu. Adotamos cães de rua e temos uma ong que presta auxílio a crianças carentes. Nunca mais comemos pastel por medo de represálias.



Caro irmãozinho que não se indentificou, você precisa procurar ajuda urgente. Ter ong, plantação de tofu, adotar cães... eu nem precisaria saber que você é homossexual para saber que você sofre de sérios problemas espirituais. Nada que a fé e o vízimo não possam curar. Paz e Graça

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nota de Esclarecimento (pastor João Otoniell)

Pastor João Otoniel, da Igreja do Primeiro Impacto, foi citado em uma conversa interceptada pela Polícia Federal com autorização da justiça na Operação Monte Carlo, que investiga o crime organizado em Goiás.



-pastor João: como vai, meu querido? 
-Carlinhos Cachoeira: bem obrigado. tudo tranquilo?
-pastor João: graças a Deus. Escuta, meu menino precisa se ocupar, tem vaga no time do Juremir? (juremir é araponga e sequestrador)
-Cachoeira: meu pastor, aparece no escritório amanhã de tarde, vamos conversar. 
-pastor João: ok, amigo, depois vamos bater uma bolinha? comprei uma Wilson igual à do Roger Federer, parece boa.
-Cachoeira: certo, jogamos sim, até mais. grande abraço.
-pastor João: abraço

Segue nota divulgada por meio dos advogados de pastor João Otoniel.

Como meu nome foi citado em escutas da PF, venho a público esclarecer alguns fatos.
1- Nunca me encontrei com Carlinhos Cachoeira para tratar de negócios. Nossos filhos estudam juntos na mesma escola particular e a aproximação foi inevitável.
2- Nunca soube que o Juremir era sequestrador. Eu perguntei se tinha vaga para meu filho na equipe de paintball que eles costumavam jogar.
3- Os apartamentos que adquiri em Goiânia constam na minha declaração de renda, não tenho nada a esconder.
4- O caso de agressão sexual foi covarde e levianamente difundido pela imprensa, pois já cumpri minha pena. Será que um homem não se regenera? A Bíblia diz que sim. "Dar-vos-ei coração novo, e porei dentro de vós espírito novo" Deuteronômio 36;26
5- Estou sofrendo perseguição política, pois é sabido que sou um forte candidato a vereador em Santo Antonio de Goiás, gozando de amplo prestígio na comunidade evangélica.
6- Por fim, Deus abençoe a todos, e perdoe os acusadores. Eles não têm nada contra mim, NADA, exceto calúnias e difamações, pois não suportam ver um homem de Deus bem sucedido.

João Otoniel, 20 de Junho de 2012.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Fui amigo de Satanás


Muita gente diz que essa estória é mentira. Não ligo. Pastor Ari diz pra eu não ligar. Diz que os irmãos vão acreditar, então eu conto. Isso foi antes, quando eu ainda não era cristão ungido pelos sete azeites de Israel da nossa glorificada Igreja do Primeiro Impacto.

Se me perguntasse, eu dizia que não tinha religião. Dizia: oxe, diabo de religião, eu gosto é do rala-coxa, do fumadório e da cachaçagem, da putaria, tá mim entendendo? Naquela época eu não sabia, era inguinorante, mas o que eu era era ateu, num sabe? A palavra é essa: ateu. Caba safado, que não acredita em Jeová. Ateu; chega vem um gosto amargo na língua.

Pois bem, dizia que eu era ateu e gostava mesmo era de gastar minha vida nos cabaré, dando dinheiro pras puta e tomando cana com os amigos. Foi numa dessas casas de aceitação que eu conheci o sujeito. Chegou já dando um chute na porta, com o charuto na boca, um copo de uísque na mão e dizendo: Putaria aqui é pouco, que hoje eu tô muy loco! Vendo aquele sujeitinho mirrado, com um bigodinho ralo, todo no branco feito catimbozeiro e falando francês, escapei uma gargalhada. O caboco olhou pra mim, riu também; disse: eu gosto de bom humor! Traz uma garrafa de cana pra mim e pro cumpade aqui que hoje nóis se acaba!

Pois bem: até que o sujeito era gente boa. Pagou muita cerveja, cachaça, uísque e tripa de porco, sarapatel, macaxeira frita, queijo de coalho assado com cebola e tomate, camarão alho e óleo, batatinhas elmachipes, dentre vários tira-gostos que vendia no bordel de Joana Cabeluda. A semvergonhice, aliás, era o assunto favorito fulano: sabia de tudo, falava de tudo, gostava de tudo. Disse que frequentava todos os cabarés da região, todos os dias da semana. Mas tinha problema: apesar de gostar da camaradagem, já não tinha amigos com quem compartilhar os momentos da raparigagem. Falou que o último amigo – um tal Riobaldo – tinha deixado a vida pra casar. Falei: eu nunca faria uma coisa dessas. Ao ouvir meu dito, retrucou uma gargalhada e um convite: que fosse com ele todos os dias nas festas. Falei que se ele pagasse a cana, tava ótimo. No final da noite, ele me revelou seu nome:

- Comé? Lúcio?

- Não, rapais. Lúcifer. O Satanás – só então notei a cara vermelha e os chifres.

A partir daí, minhas noites eram só fuleirage. Cada dia era um cabaré diferente: Mil e Uma Noites, Zé da Peia, Véia Selma, Hotel Califórnia, Lemon, Chanzelizê, Cangote Cheiroso, Furo Solto, Bar Garotas, Réguei Naits, Malagueta, e vários outros que nem mesmo sabia da existência. Não me preocupava que estivesse andando com o cão. Na sinceridade, preconceito em mim não havia: tinha até amigo maçon e comunista. Só não tinha amigo crente: crente não bebe cana.

Dizia que dedicava a vida a safadeza, junto com o amigo Lúsfre. E quando a amizade ficou mais forte, o camarada começou a me levar pras festas boas: lá no inferno. Juro. Fui no inferno várias vezes, acompanhado do próprio sete-peles. Como é o inferno? Rapai. Tu já fosse em Paulo Afonso? Parece.

Pois lá a coisa era boa mermo. Mulé adoidado. Muita comida. E todo o tipo de goró, só do bom: uísque abessolute, caninha 51, cerveja antártica bem geladinha, até gim, vodeca e vinho chateau le blanc 1969, ispia só. Conheci muita gente lá: Chico Xavier, Máicou Jecson, Bin Laden, Jorge Amado, Tim Maia, General Pinoxê, vários papas (inclusive o atual), Hitler, Padre Antônio Vieira, Judas Iscariotes, bandido da luz vermelha, Elvis Presley, Roberto Carlos, Garrincha, Antonio Conselheiro, Lorde Bairon, Gandhi, uns quatro ou cinco budas, dois dalai lamas, Francisco Pizarro, George Bush e Obama, João Lenon, Inri Cristo, Mebude, Xerloc Holmes, Rainha Vitória, Santo Agostinho, Karl Marx, Machado de Assis, Marques de Sade, Mussolini, Didi Mocó (dele eu peguei um autógrafo), uma porrada de japonês, Chica da Silva, presidente Lula, Jorge Washinton, Renê Decarte, Wando, Mao Tsé, Alan Kardec, Madona, vários judeus, Wladimir de Oyá, Leonardo Davinsi, Jeca Pagodinho e vários outros que não recordo. Muitos iam de visitante como eu. Mas todo mundo gostava de ficar ali.

Passei muito tempo nessa vida; até que um dia o Lusife, que eu achava ser meu amigo, se engraçou pra cima de mim. Digo: quis achar que eu era a mulé dele. Aquilo me deu raiva.

- Tá achando que sou o que, rapais? Sô macho, porra – falei.

- Que é isso, Juvêncio (é meu nome)? Aqui nada é proibido – falou o cramunhão.

- Apoi passar a mão na minha bunda é!

No qual falei isso, a cara do diabo ficou preta de raiva. Com os olhos em braza e saindo fogo das venta, o maldito disse pra mim:

- Pois eu vou comer seu rabo é a força!

Saí correndo dali com o Satã atrás de mim com uma pemba de 1 metro pegando fogo. Corri feito um destrambelhado e não sei como, consegui escapar do inferno. Olhei pras costa: o tranca-rua continuava atrás. Na cegueira, entrei no primeiro estabelecimento que vi aberto; lá dentro, um senhor muito arrumado contava dinheiro. Corri pra perto, ajoelhando: mim ajuda, pelamor de Deus, implorei. O cão já tinha entrado, chamando meu nome. Ao ver o senhor arrumado, sua jeba murchou e subiu um fedor de enxofre.

- Você! – disse o satanás.

- Dessa vez eu lhe pego, cabra safado – disse o senhor e pegou uma espingarda calibre 12 que estava encostada na parede.

Só ouvi o pipoco; o satanão disse ai! e sumiu num redemunho.

Aquele homem elegante era o pastor Ari. Não preciso dizer muito mais: depois daquilo, me converti à Fé do Senhor, na mesma Igreja do Primeiro Impacto na qual fui salvo de ser sodomizado pelo Diabo. Hoje trabalho de vaqueiro em uma das fazendas do pastor Ari. Pra completar minha felicidade, estou noivo de uma de suas filhas: minha queria Arileide. Vida melhor não há.